terça-feira, 17 de setembro de 2019

Artes para divulgação de eventos de igrejas. Mais de 500 arquivos totalmente editáveis

Uma das grandes dificuldades das igrejas, nesta era da informação em que as pessoas passam grande parte de seus dias nas redes sociais, é exatamente usar este meio para anunciar seus eventos ou mesmo para propagar a mensagem do Reino. Diariamente vemos convites, pôsteres, cartazes, flyers e tantas outras artes de divulgação no facebook, instagran, twitter e o interessante é que a maioria delas mais espanta do que atrai pessoas.

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Lição 13 - O Messias: O Legado de Israel

Lição 13 - O Messias: O Legado de Israel


TEXTO ÁUREO
"Veio para o que seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus".
(João 1.11-12).

VERDADE APLICADA
O Antigo Testamento registra a promessa e preparação para a vinda do Messias, o Filho de Deus.
      
OBJETIVOS DA LIÇÃO
1 - Apresentar as inúmeras profecias e citações a respeito do Messias;
2 - Explicar o messianismo em Israel;
3 - Mostrar que Jesus é o símbolo da Nova Aliança.

TEXTO REFERÊNCIA
 Isaías 53:5-7
5 - Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossa iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
6 - Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.
7 - Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro, foi levado ao matadouro e, como a ovelha, muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.

INTRODUÇÃO
A história de Israel aponta para algo bem maior do que rituais e liturgias. É apenas uma estrada sendo pavimentada para a chegada do Messias. Sem dúvida, Jesus é o maior presente de Deus para a humanidade.

1. As Profecias sobre o Messias.
O Antigo Testamento traz inúmeras profecias e citações a respeito do Messias. De Gênesis a Malaquias são aproximadamente sessenta e uma alusões e características quanto ao Messias. O termo hebraico "mashiagh" significa "ungido" (Dn 9.25-26). A Septuaginta traduziu o vocábulo para a expressão "christós".

1.1. O Messias citado nos Salmos.
Dentro do arcabouço judaico, encontramos a seguinte divisão: Leis, Profetas e Salmos, sendo este último considerado o hinário do povo.
Além de encontrar respaldo do Messias na Torá (os cinco primeiros livros da Bíblia), encontramos também nos Salmos, e são considerados salmos messiânicos justamente por fazer alusão ao Messias. O livro de Salmos nos fortalece as seguintes informações acerca do Messias: os líderes políticos e religiosos conspirariam contra (Sl 2.2; Mt 26.3-4); seria e se autodeclararia Filho de Deus (Sl 2.7; Jo 9.35-37); e ao Messias seria dada autoridade sobre todas as coisas (Sl 8.6; Mt 28.18).

1.2. Os Livros Proféticos e o Messias.
Nos livros proféticos, tanto os maiores quanto os menores, encontramos várias profecias que ratificam o plano redentor e a vida, ministério e morte do Messias. Em Ezequiel encontramos que o Messias seria da descendência de Davi (Ez 37.24-25).
Daniel diz que o Messias ascenderia aos céus (Dn 7.13-14), seria morto antes da destruição do templo (Dn 9.26) e seria glorificado (Dn 10.5-6).
Para Oséias, o Messias era o Filho de Deus e seria chamado do Egito (Os 11.1); e venceria a morte (Os 13.14). Em Miquéias descobrimos que ele nasceria em Belém (Mq 5.2). Várias passagens fazem referência ao Messias, corroborando que Jesus, de fato, era o Messias prometido.

1.3. Isaías, o Profeta Messiânico.
Isaías é considerado o profeta messiânico, pois muitas das suas profecias se cumpriram na vida de Cristo, mesmo sendo proferidas cerca de setecentos anos antes do nascimento de Cristo. Outrossim, o livro do profeta Isaías é mais citado no Novo Testamento do que qualquer outro livro do Antigo Testamento.
Em Isaías podemos perceber que o nascimento de Messias seria de uma virgem (Is 7.14) ; cresceria em uma família de linhagem real (Is 11.1); seria desprezado (Is 53.2-3).

2. A Expectativa da Vinda do Messias.
A partir da queda do homem no jardim do Éden, Deus anuncia Seu plano redentor para a humanidade (Gn 3.15). A tradição judaíca vislumbrou no texto de Deuteronômio 18.15 um anúncio do Messias, que se esperava para o futuro, como se pode perceber em João 1.21; 6.14; 7.40. Deus levantaria um profeta do meio do povo, a quem todos deveriam dar ouvidos (Dt 18.15).

2.1. Os Judeus anseiam a Vinda do Messias.
No período Inter bíblico, que cobre cerca de quatrocentos anos, entre os livros de Malaquias e Mateus, foi enfatizada na literatura judaica a vinda de um Messias, no fim dos tempos, poderoso, libertador e restaurador de monarquia em Israel.
Diante do jugo romano e de tantos escritos, os judeus começam a anelar por um Messias que renovasse e até mesmo ultrapassasse a glória trazida pelos macabeus. Por isso, a figura do Messias para os judeus foi assumindo dimensões cada vez maiores na mente popular.

2.2. O Messias na concepção do Povo.
O tempo de prosperidade advindo do período dos macabeus, como visto na lição anterior, foi um momento apoteótico para o povo, mas, diante do declínio e do jugo do império romano, muitos grupos se levantaram, tentando se insurgir contra esta dominação, e foram totalmente destruídos. Este fato intensificou a ideia de que o Messias seria um líder político.
O cântico de Maria, após a visita do anjo Gabriel, retrata a chegada de um soberano que faria uma reforma social (Lc 1.51-55). Zacarias, em seu cântico, quando nasceu João Batista, enaltece a figura de um Messias que assumiria o trono de Israel e os libertaria de toda a opressão (Lc 1.68-74).

2.3. A Rejeição do Messias.
O Filho de Deus "se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1.14). Criado por Maria e José, cresceu em sabedoria, em estatura e em graça para com Deus e com os homens (Lc 2.52). Durante a sua adolescência esteve no meio dos doutores (Lc 2.46). Apesar de ter Seu nascimento predito por anjos e várias profecias do Antigo Testamento revelarem minúcias a respeito do Messias, o povo judeu não conseguiu ver em Jesus as qualificações de um rei. O Seu nascimento não foi  nos quartos pomposos de um palácio, mas, sim, na simplicidade de uma manjedoura (Lc 2.12) . O anúncio de seu nascimento não foi por meio de um decreto real, mas através de um anjo aos pastores no campo (Lc 2.8-11) e depois uma simples estrela aos magos do Oriente (Mt 2.2) . Isaías diz que "nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos" (Is 53.2).

3. Jesus, o Símbolo da Nova Aliança.
Cristo veio na "plenitude dos tempos" (Gl 4.4), ou seja, "período completo" ou "época determinada". É o ponto central da história da humanidade, o momento escolhido por Deus. Era o momento ideal para a intervenção divina por intermédio de Jesus Cristo.

3.1. Jesus e o Seu ministério.
Lucas 4.17-21 nos mostra Jesus em uma sinagoga. Então, foi-lhe dado o livro do profeta Isaías para ler, e achou o lugar em que estava escrito: "O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu a evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados de coração, e apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor". Ao fazer a leitura, Jesus fechou o livro e disse: "Hoje se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos" (Lc 4.21). O cumprimento da profecia de Isaías 61 estava diante dos olhos do povo, muitos creram, mas os líderes religiosos encheram-se de ira.

3.2. A Superioridade de Cristo.
Jesus, o Filho de Deus, recebe várias designações, tais como Filho do homem, mostrando assim que é o representante de toda da humanidade e o Messias eterno; Filho de Davi, explicitando assim, a Sua ancestralidade. Em seu ofício sacerdotal, Ele foi superior a todos os sacerdotes que o antecederam, pois, enquanto o sacerdote entrava no santuário , Jesus penetrou nos céus e se compadece de nossas fraquezas (Hb 4.15). Cristo também é superior a Moisés, pois Moisés fez parte de uma aliança gravada em pedras, mas Cristo é a aliança gravada nos corações pelo poder do Espírito.

3.3. Os Títulos de Jesus e Sua Divindade.
Uma das maiores objeções dos judeus era reconhecer Jesus como o Filho de Deus (Jo 19.7), mas Ele é o Verbo (Jo 1). Os títulos e os nomes recebidos por Jesus durante Seu ministério reforçam Sua divindade.
Apocalipse 1.17 registra que Jesus é o Alfa e o Ômega, indicando o princípio e o fim de toda as coisas, pois Ele é eterno. Em Mateus 12.8, Jesus diz que o Filho do homem era Senhor do sábado. A expressão grega "Kurios" admite vários sentidos como: "Senhor"; "Mestre" ou "divindade". Ao usar esta expressão, Jesus estava nitidamente reivindicando a divindade.

CONCLUSÃO
A história de Israel nos mostra um Deus, que, com mão forte, tirou o Seu povo do Egito e o guiou pelo deserto; e, também, prometeu que jamais faltaria dinastia ao trono de Davi. Jesus veio inaugurar o reino eterno, que tem como base justiça e santidade. E, para toda a humanidade, a salvação veio dos judeus.

QUESTIONÁRIO

1. Quem profetizou que o Messias seria da descendência de Davi ?
R: Ezequiel (Ez 37.24-25)

2. Quem é considerado o profeta messiânico ?
R: Isaías (Is 7.14)

3. O que o cântico de Maria, após a visita do anjo Gabriel, retrata ?
R: A chegada de um soberano que faria uma reforma social (Lc 1.51-55).

4. Quem veio na "plenitude dos tempos" ?
R: Cristo (Gl 4.4).

5.  Qual era uma das maiores objeções dos judes ?
R: Reconhecer Jesus como o Filho de Deus (Jo 19.7)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Baixe meu livro digital “Vencendo as tempestades da vida!”

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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

9 conselhos do Pastor Cláudio Duarte sobre o relacionamento

9 conselhos do Pastor Cláudio Duarte sobre o relacionamento

Em épocas de Feliciano, um pastor tem se destacado não pelo discurso intolerante, mas por falar de maneira direta, sem papas na língua e bem humorado, sobre sexualidade e cuidados que homens e mulheres têm que ter no relacionamento. Os vídeos no youtube sobre suas pregações que angariam milhares de visitantes, evangélicos ou não, parecem muito mais apresentações de stand-up. Para você que ainda não conhece, reunimos 9 conselhos do Pastor Cláudio Duarte sobre o relacionamento. Confira!

1. FAÇA UM ELOGIO A ELA Faça um elogio para ela, mesmo que você não seja verdade, isso cria um desejo nela. Comece com: “Nossa, meu amor, gostosa, meu Deus, muito obrigado por essa mulher”. Isso ai vai criar o clima para depois você falar: “Se eu te pegar, eu te arrebento!”. Ela sabe que é mentira sua, mas pode orar para Ele: “Fortalece ele, senhor!”

2. VÁ COM CALMA E NÃO SEJA AFOITO Quando você quer transar, chega com aquele cuecão com pingo de xixi e já quer sair passando a mão na mulher? Vá com calma, faça carícias em lugares não tão diretos, como no cabelo, no rosto, fale coisas bonitas pra ela. Você pode até pensar que isso é coisa de fresco, mas não, é coisa de homem que quer fazer sexo com mulher.

3. COMPRE CUECA MAIS JUSTA Homem é um bicho curioso, compra cueca dois números maior, no melhor estilo ‘cobriu, serviu’. Compre uma cueca um ou dois números abaixo do seu, põe, aperta, que vai dar  mais volume. Ela vai olhar feliz e falar “Esse negócio aumentou!”.

4. INVISTA NA SUA MULHER Quer aumentar o sexo no seu relacionamento, invista em sua mulher. Dê dinheiro ou presenteia ela com lingeries e roupas sensuais. Caso contrário, ela vai usar camiseta de político e você vai acordar com a cara da Dilma na frente ou vai usar aquela camisola de bola e  parecer uma palhaça.

5. EXPULSE SEUS PARENTES DE CASA E DÊ TEMPO PARA A SUA INTIMIDADE Sua casa parece uma avenida, vive cheia de parentes?. Expulse-os de casa, faça alguém levar as crianças para o parque e fique sozinho com ela. É com intimidade que o casal vai criar excitação.

6. NÃO DEIXE A ROTINA ACABAR COM O CASAMENTO DE VOCÊS Quando namoram, você fala ‘minha pombinha’ e ela responde ‘meu gatinho’. Depois que casa, os bichos aumentam: ‘sua anta, seu porco, seu cavalo, sua vaca, sua baleia’. Não deixe a rotina acabar com a relação.

7. MULHERES FORAM CRIADAS PARA TER PROXIMIDADE, HOMENS NÃO Elas são mais apegadas ao relacionamento e sempre criaram esse espírito de proximidade, tanto que vão ao banheiro juntas com as amigas e quando uma está na privada, a outra está do lado conversando. Já os homens, além de nunca chamar um amigo para o banheiro, quando vai, procura o mictório mais distante possível de outro cara.

8. CONVERSE COM ELA A mulher sente uma necessidade absurda de conversar, mesmo sem saber o que falar. Às vezes, ela te acorda na madrugada só pedindo para você ouvi-la. Escute-a, isso faz bem para ela e para sua relação.

9. HOMEM GOSTA DE QUANTIDADE, MULHER GOSTA DE QUALIDADE Homem pensa e quer fazer sexo todo o dia, pois para ele, o importante é a quantidade. Já a mulher prioriza a qualidade. Por isso que acontece a infidelidade e tantos casais têm incompatibilidade. Saiba dosar sua vontade e a mulher precisa ‘aliviar a tensão’ do marido de vez em quando.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Gravação de propagandas para padarias e confeitarias


Não basta somente você ter o melhor pão da cidade! Não basta o seu pão ser o mais macio, mais crocante! O seu pão ser o mais saboroso de toda região não é o suficiente! Ah, não adianta nada você ter pão quentinho durante o dia todo!!! As pessoas precisam saber disso para virem comprar!

Se você não divulgar vi sobrar pão todos os dias e você não terá o lucro que poderia ter! Se você não anunciar, a concorrência que tem um pão muuuiiiitoooo ruim, vai vender mais que você! Ah, só anunciar não basta, tem que anunciar direito!!!

A dica que eu tenho que pra você hoje é: Você continua fazendo o melhor pão de sua cidade, eu faço a sua publicidade e as pessoas vão comprar o seu pão todos os dias!!!

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Programa Nova dimensão tem novidades atualizadas

O programa Nova dimensão, um programa gospel, de rádio, distribuído gratuitamente para mais de cem rádios em todo o Brasil e em mais seis países, (Suriname, Estado Unidos, Portugal, Colômbia, Bolívia e Paraguai) está com novidades e atualizado em nosso servidor.

No ano de 2018 tive dificuldade para manter o programa atualizado em virtude de estar focado em outros projetos (conclusão da faculdade) que não permitiam manter a dedicação que entra em seu quarto ano consecutivo, que requer tem o  e recursos nem sempre disponíveis.

O programa Nova Dimensão tem uma hora de duração e está dividido em quatro blocos de 14 minutos, o que possibilita a inserção de três blocos comerciais durante a veiculação do programa e facilita o download, pois são arquivos menores. A proposta do programa é que ele seja transmitido uma vez por semana, mas algumas rádios após fazer o download de vários arquivos, o usam diariamente, repetindo programas mais antigos.

Os arquivos atualizados estão em diretórios com o prefixo “PROGRAMA”, seguidos de seu numero de série. Clique no link abaixo, baixe o programa e comece a usa-lo em sua rádio.

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Bom download e boa programação.


terça-feira, 24 de julho de 2018

Dez anos gravando as melhores propagandas para supermercados

Dez anos gravando as melhores propagandas para supermercados

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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Editora Betel - Lição 5 A responsabilidade de cuidar uns dos outros.

Editora Betel - Lição 5 A responsabilidade de cuidar uns dos outros.
Aula para domingo, dia 29 de abril de 2018.

Texto Áureo
1Coríntios 12.25
“Para que não haja divisão no corpo, mas, antes, tenham os membros igual cuidado uns dos outros”.

Verdade Aplicada
Como membros do Corpo de Cristo, temos que estar comprometidos com a responsabilidade de cuidar uns dos outros.

Objetivos da Lição

Enfatizar que a Igreja é o Corpo de Cristo;
Ressaltar o dever de cada discípulo de Cristo;
Mostrar a necessidade do cuidado com o próximo.

Glossário
Coerência: ligação entre os fatos ou as ideias;
Egocêntrica: Pessoa que atribui valor excessivo a si mesma;
Uniformidade: Característica daquilo que não apresenta diversidade entre os elementos que o compõem.

Leituras complementares

Segunda Sl 133
Terça Ec 4.9-12
Quarta At 2.42-47
Quinta At 4.32-36
Sexta Hb 6.10-11
Sábado 1Jo 4.7-11

Textos de Referência.
1 Coríntios 12.12, 14, 25-27
12 Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.
14 Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.
25 Para que não haja divisão no corpo, mas, antes, tenham os membros igual cuidado uns dos outros.
26 De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.
27 Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular.

Hinos sugeridos.
298, 305, 400

Motivo de Oração
Clame por coragem, sabedoria para os líderes e por unidade no Corpo de Cristo.

Esboço da Lição
Introdução
1. A Igreja como um corpo.
2. O dever de cada discípulo de Cristo.
3. Atentando às exortações bíblicas.
Conclusão

Introdução
Todos os membros do Corpo de Cristo têm a responsabilidade de cuidar e servir uns aos outros. Não é tarefa apenas dos que lideram ou fazem parte do ministério da igreja local, mas de todos que têm o Espírito Santo.

1. A Igreja como um corpo.
A vida do discípulo de Jesus precisa ser vivida como uma rede ou conexão. Ou seja, há um entrelaçamento entre as diversas recomendações bíblicas, exigindo da nossa parte lógica e coerência (1Jo 1.7). O permanente desafio é vivenciar na prática esta conexão. Um exemplo é a figura da Igreja como um corpo (1Co 12.12; Ef 4.15-16; 5.30). No corpo, os membros estão ligados e distribuídos com lógica e coerência, de acordo com a vontade do Criador (1Co 12.18).

1.1. A utilização do termo em sentido figurado.
É notória a atração produzida pela forma em que as partes distintas do corpo cooperam. Diversos filósofos e pensadores do passado, como Platão, Filo (filósofo judeu), Josefo (historiador judeu) e teólogos rabínicos, entre outros, usavam o corpo e seus diversos membros de modo figurado para transmitir várias lições e explicar a realidade da vida humana. A ênfase era expressar e enfatizar a ideia de unidade; as diversas funções das partes (no caso os membros) são essenciais ao bem-estar da totalidade (corpo); dependência mútua dos membros; como também o comportamento do ser humano.

O comentarista bíblico William Barcklay cita que Platão tinha assinalado que nós não dizemos: “Meu dedo está dolorido”, mas “Eu estou dolorido”, ao destacar que nas muitas e diferentes partes do corpo há uma necessidade essencial. O apóstolo Paulo escreveu: “...se um membro padece, todos os membros padecem com ele...” (1Co 12.26). É o aspecto da conectividade na vida diária do discípulo de Cristo.

1.2. Igreja – Corpo de Cristo.

São diversos os textos bíblicos que mencionam o corpo como figura da Igreja, identificando-a, metaforicamente, como Corpo de Cristo (Rm 12.4-5; 1Co 12.12-31; Ef 1.22-23; 2.16; 4.4, 15-16; 5.30; Cl 1.24; 2.19). A utilização de tal figura enfatiza que a Igreja é muito mais do que um ajuntamento de discípulos de Cristo, mas a união imprescindível do povo de Deus co Cristo, como relatado em João, capítulo 15 (videira e ramos). A união com Cristo se dá pelo novo nascimento, quando, através do Espírito Santo, somos imersos no Corpo de Cristo (1Co 12.13).

A partir desta metáfora (Igreja como corpo), a Palavra de Deus destaca outros importantes aspectos da Igreja: diversidade de membros; funcionalidade; cooperação; crescimento; sensibilidade. O Dr. Bruce Milne escreveu: “A relação entre a igreja e Cristo é de fato muito íntima; trata-se de uma espécie de união orgânica, pelo qual nos unimos a Ele completamente, no ser e no agir (Cl 3.4). O fato dEle ser o cabeça implica que toda a nossa vida e nutrição emanam dEle. Nós vivemos dEle, por Ele, através dEle e para Ele (1Co 8.6).

1.3. Os discípulos de cristo como membros do corpo.
“Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular.” (1Co 12.27). Assim, não tem como estar em Cristo e não estar no Corpo de Cristo, sendo Ele a cabeça e nós os membros do Corpo. Logo, se somos membros do Corpo de cristo, somos diferentes, mas não independentes, pois precisamos uns dos outros. Há unidade, mas não uniformidade. São vários membros, mas um só corpo.

Outras versões da Bíblia usam as expressões: “uma parte desse corpo” (NTLH) e “individualmente” (ARA) – 1Co 12.27. Cada um pertence ao Corpo. Portanto, nenhum é o todo e nenhum é excluído; pois cada um tem a sua função, visando o “cuidado uns dos outros” (1Co 12.25) e o “aumento do corpo” (Ef 4.16). Francis Foulkes escreveu em seu comentário: A Igreja vai sendo construída e aumentada e seus membros vão sendo edificados, à medida que cada membro usa seus dons individuais segundo o que o Senhor da Igreja ordena, e, desta forma cada crente desempenha um serviço espiritual para com seus companheiros no Corpo e para com a Cabeça”.

2. O dever de cada discípulo de Cristo.
É interessante lembrar da pergunta que Deus fez para Caim: “Onde está Abel, teu irmão?”; e da resposta de Caim: “Não sei; sou eu guardador do meu irmão?”(Gn 4.9). O pecado afetou o relacionamento do homem com Deus e, consequentemente, o relacionamento com o próximo.

2.1. Tendências que diminuem a importância do cuidado mútuo.

São várias as tendências que têm influenciado para diminuir a importância de, como discípulos de Cristo, cuidarmos uns dos outros. Destacamos algumas que ocorrem inclusive entre membros de uma igreja local: 1) Ativismo – o excesso de ocupação contribui para não atentarmos ao próximo, inclusive no âmbito do serviço cristão. Precisamos estar sempre revendo como temos administrado o tempo em relação às recomendações bíblicas quanto ao cuidar do outro; 2) Individualismo – às vezes, esta atitude é potencializada por decepções no passado e feridas ainda não tratadas. Até como instrumento de autopreservação, a pessoa passa a evitar muito contato interpessoal.

Outra tendência que diminui a importância do cuidado mútuo é a ênfase nas conquistas pessoais. A pessoa está tão focada em conseguir, obter e vencer que não atenta para o fato de, como membro do Corpo de Cristo, ter a responsabilidade de cuidar do outro. Mesmo após o novo nascimento, várias vez temos a tendência, como escreveu John Stott, de “proclamar a salvação individual, sem enfatizar a integração na comunidade dos salvos”.

2.2. Capacitados pelo Espírito Santo.
A ação do Espírito Santo na vida do discípulo de cristo não se restringe a conceder poder para proclamar o Evangelho (At 1.8). Também atua produzindo fruto na vida do nascido de novo (Gl 5.22). O Espírito opera, também na formação do Corpo de Cristo (1Co 12.13). Assim, estar no Espírito resulta na comunhão com os outros membros da igreja. O Espírito opera incorporando e capacitando cada membro com dons, visando o bem do Corpo (1Co 12.7), para que todos sejam beneficiados.

Notemos a expressão “dada a cada um”, que também é encontrada em 1 Pedro 4.10-11 – “cada um”.Indicando que cada membro do Corpo de Cristo é capacitado para atuar na edificação da Igreja: “tendo cuidado uns dos outros”. Como comentou o Dr. Goodman, sobre lições extraídas de 1 Coríntios 12.15-26: “Nenhuma desculpa, mas responsabilidade para com todos; nenhuma independência, mas mutualidade; nenhum egoísmo, mas simpatia”.

2.3. Todos necessitam de cuidados.
É a constatação que encontramos no texto de 1 Coríntios 12.21. A igreja de Corinto, apesar de possuir todos os dons (1Co 1.7), estava sofrendo com dissensões (1Co 1.10), contendas (1Co 1.11) e carnalidade (1Co 3.1-3). Assim, parece que havia membros que estavam se sentido como se não fossem necessários na igreja local (1Co 12.15-16). Contudo, não existe membro do Corpo de Cristo tão carente que esteja isento da responsabilidade de cuidar de outros, como não existe um membro tão completo que não necessite de cuidados: “Para que não haja divisão no corpo” (1Co 12.25).

Ainda que um discípulo de Cristo desempenhe bem sua função, mesmo assim, ele necessita dos serviços de outro membro, tendo em vista as diferentes funções: a mão necessita do pé e vice-versa. Precisamos ser interdependentes, não independentes. Tal consciência é um antídoto para que não haja divisões na igreja ( 1Co 1.10). Cada membro deve fazer todo o esforço para manter a unidade na igreja (Ef 4.3). Comentando sobre o texto de Gálatas 5.13, Donald Guthrie afirmou: “O amor verdadeiro deve ser mútuo e não pode colocar seus próprios interesses em primeiro lugar. A ideia do serviço cheio de amor como característica da liberdade em Cristo jamais esteve totalmente ausente da Igreja Cristã, mas em muitos períodos da sua história a evidência nesse sentido tem sido fraca. Este princípio é uma lição tão válida para nossa própria era quanto o foi para o primeiro século”.


3. Atentando às exortações bíblicas.
São inúmeras as exortações bíblicas em relação às atitudes dos discípulos de Jesus Cristo uns para com os outros (Rm 12.10; 15.7; 1Co 12.25; Gl 5.13; Fp 2.3-4; Cl 3.13; Hb 10.24-25; 1Jo 4.7). Portanto, temos ordens divinas e capacitação do Espírito Santo. Não há justificativas para não cumprirmos nossa responsabilidade de cuidarmos uns dos outros.

3.1. Servir uns aos outros.

O apóstolo Paulo exortou quanto a necessidade de a Igreja agir para não dar lugar às lutas e discordâncias entre os membros da igreja (Gl 5.15, 26). O amor é apresentado como argumento (Gl 5.13-14). Amor que é produzido pelo Espírito Santo na vida do nascido de novo (Gl 5.22). Interessante que o apóstolo está expondo acerca da liberdade, porém enfatiza: liberdade, não para pecar, mas servimos uns aos outros pelo amor (Gl 5.13). Ou seja, ou somos servos da natureza pecaminosa ou somos servos de Cristo (servidão caracterizada, também, por servir ao outro).

Em Gálatas 5.15, o apóstolo Paulo usa uma expressão forte: “consumais”, que tem o significado de destruir uns aos outros. O próprio Senhor Jesus Cristo disse que não veio para ser servido, mas para servir (Mt 20.28). É evidente que não é fácil. Como vamos conseguir? “Andai em Espírito” (Gl 5.16). Precisamos deixar que o Espírito Santo dirija e controle a nossa vida. Precisamos separar um tempo, diariamente, para o cuidado com a vida espiritual e, assim, buscar em Deus a capacitação necessária para cumprirmos a nossa responsabilidade.


3.2. Resultado de transformação.
O apóstolo Paulo escrevendo aos Romanos registra que a pessoa que vivenciou a bondade e a misericórdia de Deus, expressará ter consciência e gratidão por essas bênçãos por meio de uma completa consagração a Deus, resultante em sua atuação, inicialmente, no Corpo de Cristo (Rm 12.4-5). Posteriormente ele registra a vida de serviço alcançando, também, a sociedade (Rm 12.9-21; 13). Não mais uma vida egoísta, isolada e egocêntrica, mas voltada para o próximo. Serviço prestado com dedicação, liberalidade, cuidado, alegria, amor, fervor perseverança e humildade, como encontramos nas recomendações paulinas no capítulo 12 de Romanos.

F.F. Bruce, comentando este capítulo da epístola aos Romanos, escreveu: “Em vista de tudo quanto Deus fez por Seu povo em Cristo, como Seu povo deve viver? Deve apresentar-se a Deus como ‘sacrifício vivo’, consagrado a Ele”. Não se trata de uma iniciativa do homem natural, mas resultado da ação transformadora do Espírito Santo, para que Deus seja glorificado (Rm 11.36).

3.3. Serviço como consequência de comunhão com Deus.
O cuidado com o próximo precisa estar conectado com os princípios bíblicos que norteiam a vida do discípulo de Cristo. Não pode ser confundido com a disposição e consciência que uma pessoa não nascida de novo possui quanto à atenção ao outro. As mesmas recomendações dadas aos anciãos da igreja em Éfeso e a Timóteo são válidas a todo membro do Corpo de Cristo: “Olhai, pois, por vós” (At 20.28) e “Tem cuidado de ti mesmo” (1Tm 4.16). É possível que um membro da igreja se volte tanto para ajudar o outro e não atente para a necessidade de manter a vigilância, cuidado com a própria vida espiritual e buscar constante direção do Espírito Santo.

É preciso lembrar que somos instrumentos de Deus. Ou seja, jamais vamos amar mais do que Deus ama e socorrer mais do que Deus. Lembremos que cuidamos do outro quando, também, intercedemos por ele. Um exemplo é Abraão intercedendo por seu sobrinho Ló (Gn 18.23-33). O próprio Senhor disse que para ser Seu discípulo é preciso amá-Lo mais do que a pai, mãe, mulher, filhos, irmãos e irmãs (Lc 14.26). Ou seja, meu amor a Deus e a Seu Filho deve se expressar pelo amor e cuidado para com minha família e em cumprir minhas responsabilidades. Contudo, preciso sempre lembrar que o meu amor a Deus deve estar acima do meu amor ao próximo e até mesmo da própria vida.

Conclusão.
As diferenças não afetam o fato de que há uma unidade, mesmo na diversidade, pois unidade não significa uniformidade. Para tanto, o Senhor distribui dons aos membros, visando o bem de todos. Nenhum membro é inútil, mas todos são necessários para “o aumento do corpo, para sua edificação em amor” (Ef 4.16).

Questionário.

1. Como se dá a união com Cristo?
R: Pelo novo nascimento (1Co 12.13).

2. Qual foi a resposta de Caim para Deus?
R: “Não sei; sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 4.9).

3. O que não se restringe a conceder poder para proclamar o Evangelho?
R: A ação do Espírito Santo na vida do discípulo de Cristo (At 1.8).

4. Qual é a constatação de 1 Coríntios 12.21?
R: De que todos necessitam de cuidados (1Co 12.21).

5. O que precisa estar conectado com os princípios bíblicos que norteiam a vida do discípulo de Cristo?
R: O cuidado com o próximo (At 20.28; 1Tm 4.16).

Fonte:
Revista de Escola Bíblica Dominical, Betel, Aperfeiçoamento Cristão – Propósito de Deus para o discípulo de Cristo. Adultos, edição do professor, Comentarista Pastor Marcos Sant’Anna da Silva 2º trimestre de 2018, ano 28, Nº 107, publicação trimestral, ISSN 2448-184X.


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